Praça Florindo José Frota 33

Febres

Portugal

Pároco: Pe. João Pedro Stawicki SAC

Vigários:

Pe. Adalberto Kubrak SAC

A Igreja de Nossa Senhora das Febres surgiu referida pela primeira vez nas Memórias Paroquiais há 263 anos, isto é em 1758. Nessa altura, situava-se ao fundo da atual Praça principal de Febres, que era então um lugar isolado e afastado da povoação. Foi a própria ermida que, muito mais tarde, deu origem ao povoamento,  atraindo pessoas para o local. Nos meados do século XVIII, a festa de Nossa Senhora das Febres realizava-se no primeiro domingo de setembro. Com a criação da freguesia e paróquia em 1791, a ermida passou ao estatuto de Igreja Paroquial. Uma igreja que, até a sua demolição em 1950, sofreu várias obras de melhoramento e de ampliação. Encontram-se registos dessas obras no Livro de Tombo da Igreja nos anos de 1805, 1822 e 1823. Em 1843 e 1891, a Igreja recebeu dois sinos fabricados em Cantanhede, na famosa oficina de João Sorrilhas, que produzia sinos para todo o país e até para o Brasil. Entretanto, em 1887, realizou-se a bênção de uma nova capela do Santíssimo Sacramento, que foi acrescentada à igreja antiga. Em 1888 começaram obras de ampliação na capela-mor, na sacristia e no coro. Foi também acrescentada uma nave na igreja, tendo sido erguida uma nova parede ao lado norte e tendo sido mantida a antiga parede dentro da igreja, rasgada em três arcos.

Em 1939, o pároco Angelino Craveiro realizou um referendo no qual votaram 838 chefes de família, que decidiram, por larga maioria, a construção de uma nova igreja, que é a atualmente existente e que foi inaugurada em 1948. No Diocese de Coimbra, só a Catedral Sé Nova que é maior do que a Igreja de Febres: tem 55 metros de comprimento por 21 metros de largura. A sua torre mede 30 metros e a imagem em pedra, da Senhora das Febres, que está no topo do cunhal sul da fachada, mede 5 metros de altura. A cruz na capela-mor da Igreja é a maior cruz em Portugal, esculpida em madeira e mede 9 metros de altura.

Desde 03 de novembro de 2006 a Região Palotina da Mãe de Misericórdia assumiu o trabalho pastoral nas quatro paróquias da Diocese de Coimbra: Febres, São Caetano, Vilamar e Corticeiro. No total vivem nessas quatro paróquias cerca de 7700 habitantes. Na Unidade Pastoral de Febres já serviram os seguintes padres palotinos: Anselmo Mantovani, Marcelo Néspoli, Maurício Lemos, Casemiro Pac e atualmente Adalberto Kubrak e João Pedro Stawicki. Além da Igreja Paroquial da Nossa Senhora das Febres, existem mais três modernas e grandes Igrejas Paróquiais  Nossa Senhora dos Remédios no Corticeiro;  São Tomé Apóstolo em Vilamar e São Caetano em São Caetano. Todas as paróquias possuem centros pastorais, capelas mortuárias, Lar de idosos em Febres, Centro do Dia em São Caetano e Agrupamento escutista da CNE em Febres. Além disso, existem 17 Capelas e Oratórios, dos quais algumas do tamanho de Igrejas Paroquiais onde celebram-se Missas, Festas e outros serviços Pastorais. Desde março de 2011, iniciou-se a formação dos leigos adultos e jovens, no espírito da UAC. O compromisso apostólico foi assumido por 86 pessoas, em 25 de abril de 2013, 28 de outubro 2015, 28 de outubro 2017 e 25 de abril 2019. Tem sido estabelecido, o Conselho Nacional da UAC em Portugal, o que é uma conquista importante da presença palotina naquele país.

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