Domingo de Ramos na Paróquia São Benedito Santuário da Divina Misericórdia em Itaperuna

Hoje dia dedicado ao Domingo de Ramos, foi celebrado na missa das 7h30m na Paróquia São Benedito Santuário da Divina Misericórdia em Itaperuna – RJ uma missa solene que se iniciou, com uma procissão.

A procissão teve início as 7H ao lado do posto Joia que localiza se nas proximidades da paróquia, onde a missa se iniciou com a saudação ao povo a benção dos Ramos e seguiu em caminhada para a paróquia onde continuou a missa com as leituras…

Na homilia o Pároco Padre Gilmar Simplicio afirmou que seguir Jesus significa “ir contra a corrente”, “rejeitar a mentalidade mundana” e “viver o amor ao próximo”.

O Padre destacou que o mundo de hoje está cheio de “tentações” e “sedução”, e que é fácil ser levado pela correnteza. No entanto, ele exortou os fiéis a resistirem a essas tentações e a seguirem Jesus, que é o caminho da verdade e da vida.

O Pe. Gilmar também disse que o amor ao próximo é o “cerne” do cristianismo, e que é impossível seguir Jesus sem amar os outros. Ele exortou os fiéis a serem misericordiosos e compassivos, e a ajudarem os mais necessitados.

O Padre afirmou que o mundo de hoje está cheio de “injustiça, pobreza e violência”, e que é necessário “lutar contra o mal” e “construir um mundo mais justo e fraterno”. Ele exortou os fiéis a serem “agentes de mudança” e a trabalharem para construir um mundo melhor.

Concluiu sua homilia dizendo que “Jesus é o caminho, a verdade e a vida”. E exortou os fiéis a segui-lo e a viver o amor ao próximo, para que possam construir um mundo melhor. Afirmando que Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Ele disse que Jesus é o caminho para a salvação, a verdade que nos liberta do pecado e a vida que nos dá esperança.

Disse que Jesus é o caminho porque Ele nos mostra o caminho para o Pai. Ele é a verdade porque Ele nos revela a verdade sobre Deus e sobre nós mesmos. Ele é a vida porque Ele nos dá a vida eterna.

E por fim exortou ao povo a não fazer como vimos no início da procissão em que exaltávamos Jesus e no evangelho que já o condenávamos, mas, exaltarmos e reconhecermos o Cristo presente no próximo.